terça-feira, 28 de agosto de 2007

Ainda há uma Chance

Há uma música muito antiga que diz mais ou menos assim:
“Qual foi a razão de esconderes de Deus, problemas, tristezas e dores ?
Qual foi a razão de estares assim, pois Jesus quer cuidar de ti.
Qual foi a razão de não mais desejar que Cristo levasse teu fardo ?
Se tu queres então, um amigo real, em Jesus podes confiar.”

Há momentos em nossas vidas que nos sentimos exatamente assim, longe de Deus, longe do Criador. E na verdade estamos. O pecado e o mundo vai aos poucos nos seduzindo e quando acordamos (quando acordamos), estamos á beira do abismo, se é que já não estamos soterrados nele. Mas Deus prove meios de nos alertar. Sua infinita misericórdia nos alcança, onde quer que estejamos, e sempre nos dá uma chance. Pode ser que essa poesia que emprestei da Myrtes (sem ela saber), seja a sua chance, o seu escape, um veículo para a sua salvação, porque na verdade nossa salvação está em Cristo. Mas se voce pode ler neste momento esse texto, saiba que ainda há uma chance. Se agarre a ela e viva. Viva com Deus.


HÁ UM DEUS EM TUA VIDA(Myrtes Mathias)
“Quando te vejo tão acomodado ao mundo que te cerca, como a água tomando a forma do vaso que a contém, eu me lembro de um Rei coroado de espinhos, arrastando uma cruz pelos caminhos, pelas ruas de Jerusalém.

Quando te vejo tão preocupado com rótulos e comodidades, tão desejoso de aparecer, eu me lembro de um jovem-Deus perdido no deserto, onde só feras e anjos O podiam ver. Um jovem-Deus que te entregou um dia o privilégio da grande Comissão, o qual negas com tua covardia, sucumbindo a promessas que te falam à carne e ao coração.

Quando te vejo tão ocupado em construir celeiros, ajuntando fortunas que o ladrão pode roubar, eu me lembro de um Deus caído sob tuas culpas sem o conforto de uma pedra para repousar.

Quando te vejo conivente com aquilo que ele aborrece, ao ponto de ocultar a Herança que ele te legou, pergunto: Seria falsa a promessa que fizeste ou o amor que tu Lhe tinhas era pouco e se acabou?

Onde está o teu grito de protesto, que já não escuto? Tua atitude de inconformação? Será que te esqueceste do santo compromisso ou te parece pouco o privilègio da tua missão?

Por que tremes diante do mundo, temendo por valores que só servem aqui? Será que Cristo te escolheu em vão ou será que já não existe um Deus dentro de ti? Tu estás no mundo, mas não és do mundo. Não escolheste - foste escolhido. Por que te escolhes ao ponto de seres grande pelo padrão dos homens, comprometendo tua autoridadede condenar um mundo corrompido?

Foste escolhido para uma missão tão grande que nem a anjos foi dada a executar: não te assustem ameaças, não te seduzam promessas, numa obra eterna, é melhor morrer do que negar. Lembra-te que há um Deus em tua vida que os teus atos devem glorificar.”


Pai, não permita que eu me conforme com o mundo. Não permita que eu sinta qualquer prazer nas coisas ilusórias que esse mundo nos oferece, que eu as tenha como esterco ante a magnitude de ser teu servo. Cumpre na minha vida aquilo que Tu tens para realizar, segundo os teus soberanos planos, planos esses escritos mesmo antes que eu visse a luz. Que minha vida glorifique em tudo teu nome; que o mundo veja e reconheça em minha vida o poder transformador do evangelho, e assim, a glória será unicamente Tua. Pai, não almejo riquezas, glória nem fama, quero unicamente ser um servo fiel, e se ao menos isso eu conseguir, serei eternamente grato, porque até minha fidelidade provém da fé que me deste, da Tua misericórdia em me escolher. Seu eternamente filho.

Fábio Adriano Cruvinel Machado
Cincinnati, 27 de agosto de 2007

domingo, 19 de agosto de 2007

Tão somente pela graça

Não consigo entender Pai, porque ainda me aceitas, miserável pecador que sou.
Não consigo entender porque ainda continuas me dando chance, vez após vez, dia após dia, sem que eu mereça, ás vezes mesmo sem pedir.
Olho para minha vida e só vejo fraqueza, podridão e medo. Um vaso quebrado a espera de um remendo.
Todavia, tu vens como um oleiro, e em vez de remendar-me, me molda de novo, e me faz novo, como se eu acabara de nascer.
Sinto raiva de mim mesmo por todas as vezes em que te magoei, te ofendi e te neguei, mesmo que fosse só interiormente.
Não consigo entender Pai, o teu amor inconcebível, incompreensível, inatingível, que atinge a mais vil criatura, fazendo-a filho, e trazendo-a ao aconchego do lar.
Sinto-me desesperado Senhor, quando olho para minha vida, ofuscada pela tua santidade, e nesses momentos sinto que não vou conseguir, que os teus caminhos são demais para mim, e chego a sentir até que não sou digno de Ti.
Nesses momentos Senhor, em que as palavras não resolvem, e a mais bela canção se perde no vácuo dos meus pensamentos, procuro uma voz Pai, mansa e suave que possa me confortar, que possa me chamar outra vez de filho.
Nesses momentos Pai, escuto tua voz, quase inaldível, porém inconfundível, voz de amor, voz de ternura, voz que acalma a tempestade, mas também que tranquiliza meu coração.
Ah, Senhor ! Nessas horas me sinto desmoronar, lágrimas começam a descer pela face e o coração parece querer saltar dentro do peito. Não teria sido a mesma sensação vivida pelo filho pródigo ? Sensação de alívio, paz, aquela que ele não encontrou no mundo.
Jamais entenderei Senhor, seu chamado paterno. Jamais entenderei meu Deus, porque me queres tanto assim.
E em momentos como esse, onde as respostas fogem, só uma palavra me vem á mente, “graça”.
Foi de graça, foi por graça, que um dia, ainda informe, me escolhestes. Não que eu fosse melhor que qualquer um, mas simplesmente porque não poderia ser diferente, mesmo porque escolhestes a todos.
De uma forma incrível, mesmo sabendo todos os pecados que eu cometeria, me amou, com amor sem igual, com amor eternal.
E surpreendentemente, cada vez que me perdoas, não se lembra dos pecados que eu cometi, e não leva em conta os que ainda eu vou cometer, simplesmente perdoa, esquece, e me olha sob a sombra da cruz.
Por mais que eu dissesse Senhor, jamais explicaria tão grande amor, sempre faltaria algo, sempre soaria vazio. Porque não se explica o infinito, o perfeito, apenas se cre.
Não me resta nada então Senhor, senão descansar em Ti, Autor da vida, Senhor do meu destino.
Sob teu olhar gracioso, mais uma vez me levanto Senhor, na convicção de que serei diferente, na fé de que posso ser útil, um vaso de honra, agora remodelado pelo sumo-oleiro.
Toma a minha vida Senhor, reconstituída, "re-generada" por teu poder. Continuo não tendo nada, não sendo nada, mas sob tua força sou mais que vencedor.
Aqui está Senhor, um vaso vazio, mas pronto para ser cheio. E que esse conteúdo, que só pode te conter, transborde ao ponto de atingir a outros. Que as minhas cicatrizes, deixadas pelo pecado, sirvam pelo menos de exemplo. Que a minha vida, que só é vida por causa tua, seja símbolo de transformação, seja marco do teu amor. E se apenas uma vida se salvar, vendo em mim a tua graça, já terá sido mais que mereço, mais que eu poderia imaginar.
E que eu possa, a exemplo de Paulo nos derradeiros de sua jornada, dizer da minha humilde trajetória: - Combati o bom combate, acabei a carreira e guardei a fé ! Tão somente pela graça.

Fábio Adriano Cruvinel Machado
Belleville, 19 de agosto de 2007

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Miss Gospel

Depois de muito tempo fora, entrei novamente no orkut. Primeiro porque queria falar com velhos amigos, mesmo que fosse virtualmente. Depois porque estou viajando, longe, e me deu saudade de rever algumas pessoas, mesmo que por fotos.
Porém, nem tudo é perfeito. Entrei em uma comunidade de um amigo meu que se chama: “Beleza Gospel”, e só entra quem for convidada. Imagino que quem é convidada para entrar, deve se sentir a modelo. Bom, fora os erros de português e essa linguagem “internetiana” que me irrita com suas abreviações, tem até a capa do mês. Garotas se inscrevem para ser a capa do mês e uma equipe de solteirões, imagino, as elege.
Escrevi um texto há algum tempo chamado “A Fantasia do Photoshop” que tratava do culto à beleza exterior em detrimento do interior. Não quero ser repetitivo, mas algumas considerações se fazem necessárias.
Primeiro que me envergonha como cristão, saber que existem moças, que se denominam também cristãs, que se expõe dessa maneira, como uma roupa na vitrine, como algo que está à venda e pior, sob liquidação. Fico me perguntando, qual a intenção de se criar uma comunidade para apresentar (a quem ?) moças bonitas ? (para que?). Me perdoe se tem alguém que conheço que está nessa comunidade, mas aconselho a pensar no assunto.
Se não fui claro, não estou aqui dizendo que a mulher cristã não pode ser bonita ou não deva se cuidar, muito pelo contrário, deve sim zelar pelo templo do Espírito Santo, deve sim se fazer bonita para seu marido, ou futuro. O que estou dizendo é que a intenção da comunidade criada gera uma desconfiança muito ruim por parte de quem lê.
Agora que espero ter deixado claro meus motivos, quero tecer alguns comentários bíblicos do comportamento da mulher cristã, que está comprometida com a Palavra de Deus.
Pv 11:16 nos diz: “A mulher graciosa guarda a honra como os violentos guardam as riquezas. Eu sei que honra é uma palavra meio fora de contexto, mas observe o que diz a Bíblia. Imagino como um homem violento, um bandido, deve guardar o fruto do seu roubo, com todas as suas forças. Assim uma mulher que dá valor à sua honra, deve guardá-la, com todas as suas forças, não deixando que mal intencionados abusem e queiram tirar vantagem. No mesmo capítulo de Provérbios no verso 22 vejo retratado a imagem da moça cristã que não zela pela sua reputação. O texto diz o seguinte: “Como jóia de ouro no focinho de uma porca, assim é a mulher formosa que não tem discrição”. Sabe qual a beleza de uma jóia, por mais preciosa que seja, no focinho de uma porca ? Nenhuma. A sujeira da porca irá encobrir a beleza da jóia. Não terá valor nenhum. Assim é a beleza da mulher cristã que se porta com indiscrição. Será nula, sem valor.
Por outro lado, a mulher virtuosa por si só excede o valor de muitas jóias, conforme lemos em Pv 31:10. Não há nada melhor para um homem crente, saber que tem em casa uma mulher que lhe honra, em quem pode confiar.
Quero mostrar o que diz Pv 31:30 e termino. Lemos da seguinte maneira: “Enganosa é a beleza e vã a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa sim será louvada”. Veja que o texto em nada contraria o fato da mulher querer e dever se cuidar, como jóia preciosa de Cristo. O texto é bastante claro quando diz que o problema está em se colocar a confiança na beleza, utilizá-la como instrumento de sedução barata.
A nossa vida é como uma neblina, que está aqui e logo se vai. Mais rápida ainda é a juventude, passa como uma ventania (e digo por experiência). Se você é jovem, bonita, agradeça a Deus por tê-la feito dessa maneira, mas não coloque em sua beleza a solução para os seus problemas. O seu futuro casamento não pode estar baseado na beleza física simplesmente, ela passa com o tempo, e depois o que restará ? Nossa vida como um todo deve ser entregue nas mãos do Senhor, inclusive nosso físico, até nisso devemos glorificá-lo. Não jogue fora a sua juventude com banalidades que para nada se aproveitam. Usufrua os melhores anos de sua vida como um bom mordomo daquilo que Deus tem lhe dado. Que Deus lhe abençoe.

Fábio Adriano Cruvinel Machado
Belleville, 13 de agosto de 2007

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

As Últimas Palavras

Foi triste ler o diálogo transcrito da caixa preta do avião da Tam que caiu no dia 17 de julho desse ano no Aeroporto de Congonhas. Quando terminei de ler, fechei rapidamente o arquivo, aflito, porque enquanto lia, vivenciava cada segundo, como um filme passando em minha mente.
Umas das últimas palavras ditas pelo piloto (segundo publicou o site do Terra), foram: “Oh, meu Deus. Oh, meu Deus”. Longe de mim questionar a crença do piloto, mas é fato que a maioria das pessoas na hora do desespero apelam para Deus, mesmo que durante toda a sua vida tenham ignorado a existência do mesmo. Como já disse não estou querendo dizer que o piloto não cria em Deus, apenas usei o fato ocorrido como exemplo para o que vou colocar.
Mesmo que não seja de forma racional, pensada, temos a tendência de clamarmos a Deus quando a “coisa pega”. Talvez seja por motivos culturais, não sei, mas o fato é que, ao primeiro sinal de perigo, invocamos Aquele que pode nos socorrer. Está implícito em nosso sub-consciente que Deus pode nos salvar do perigo e da angústia, que Ele é o único que pode operar o impossível na nossa vida. Não chamamos nossa mãe e nem nosso pai, mas rogamos a Deus, porque sabemos que na hora da dificuldade maior, só Ele mesmo. Não posso afirmar isso com certeza, mas acredito que até mesmo aquele que se diz ateu, teria a mesma reação em um momento de aflição.
Não estamos errados em fazer isso. Realmente Deus é o único que pode nos livrar quando ninguém mais pode, quando a situação foge ao nosso controle, quando não há mais ninguém que seja capaz de nos socorrer.
Não quero dizer com isso que Deus vai nos livrar em todos os momentos. Ele poderia ter salvo aquelas pessoas do acidente com o avião ? Obviamente que sim. Então por que não salvou ? Não sei, pergunte a Ele se você tem coragem. Talvez Ele lhe responda como respondeu a Jó. E se quiser saber leia o livro de Jó.
As últimas palavras de uma pessoa, quando há essa oportunidade, podem refletir muito da sua intimidade com Deus aqui na Terra. Temos muitos exemplos na Bíblia de pessoas que na sua última hora, deram o maior testemunho de suas vidas, como verdadeiros filhos de Deus, convictos de sua salvação em Cristo Jesus. Vamos começar pelo próprio Jesus.
Em Lc 23:46 lemos sobre as últimas palavras de Jesus bradadas no alto da cruz do calvário: “E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou.” Jesus sabia de sua comunhão com o Pai, sabia de sua missão, sabia que depois de morrer ia novamente encontrar com seu Pai, face a face. Como isso deve ter fortalecido a Jesus diante de tão angustiante morte. Apesar do sofrimento sem par, Jesus tinha plena convicção que sua obra estava completa e que o Pai o aguardava do outro lado da vida. As últimas palavras de Jesus mostram o seu amor pela humanidade, sua comunhão com o Pai e sua missão salvadora cumprida.
Como estamos diante de Deus ? Como estamos executando a tarefa que Ele nos incumbiu a fazer ? Se partirmos hoje, partiremos convictos da missão cumprida ? Que essas perguntas nos inquietem, nos incomodem, ao ponto de dizermos ao Senhor: “Eis-me aqui Senhor, fala que teu servo ouve”.
Os versículos 59 e 60 do capítulo 7 de Atos nos mostram as últimas palavras de Estevão: “E apedrejaram a Estêvão que em invocação dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito. E, pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. E, tendo dito isto, adormeceu”. Que lição maravilhosa e difícil de ser cumprida. Estevão tinha tanta certeza de sua comunhão com Jesus que na hora de sua morte pede ao Senhor que receba seu espírito, a exemplo do que o próprio Jesus disse ao morrer. Praticamente Estevão repete as palavras de Jesus na cruz. À semelhança do que Jesus disse, Estevão pede ao Pai que não imputasse aquele pecado aos homens que o matavam. Não consigo enxergar comunhão mais perfeita. O anseio pelo céu era tão grande que nada, nem a morte conseguia tirar a alegria da esperança de poder encontrar-se com Jesus, Aquele por amor de quem ele havia lutado e sofrido. As últimas palavras de Estevão mostram o amor deste pelo céu, pelo encontro triunfante com seu Mestre.
Lemos na história, todas as perseguições sofridas pelos cristãos dos primeiros séculos. Quando presos, se não negassem o evangelho, eram martirizados com requintes de crueldade. Comidos por leões, queimados na fogueira, arrastados pelas ruas da cidade, empalados em estacas, enfim, coloque a sua imaginação para funcionar e pense nas mais altas crueldades que um ser-humano pode realizar; talvez ainda seja um pouco pior. No entanto, lemos também na história, quão destemidamentes esses heróis encaravam a morte. Com o desejo de sofrerem por amor a Cristo e ao Seu evangelho, não tinham receio de se auto-denominarem cristão, ou antes ainda, aqueles que eram do caminho. Queriam que todos soubessem das boas novas de Cristo, nem que isso lhes custasse a vida. As últimas palavras desses mártires eram glórias a Jesus, aleluias, glórias ao cordeiro que foi morto. Suas últimas palavras eram palavras de coragem. Coragem de pessoas que criam em um Deus soberano, que tanto os podia livrar da morte, como podia os conduzir ao lar eterno para estarem para sempre com seu Senhor.
Quero que pense um pouco em como você gostaria que fossem suas últimas palavras. Quer que sejam palavras de desespero e angústia, ou palavras que glorifiquem a Deus, palavras de certeza de uma vida eterna com Jesus ? A diferença está em como você está levando sua vida hoje, qual a importância que você dá a Deus em seu coração, qual o lugar que Ele ocupa em sua vida (ele ocupa algum lugar ?). A eternidade é certa. A única diferença é onde você irá passá-la.
Jesus comprou na cruz do calvário o “passaporte” que nos dá direito a estarmos com Ele no céu para sempre. Presos em nossos pecados e delitos, não tínhamos direito algum de obter comunhão com Deus. Mas o Senhor Jesus nos resgatou através de seu sangue, nos vivificou e agora temos certeza de salvação e de vida eterna. A única coisa a fazer é aceitar que somos pecadores, carentes de salvação, e que fora de Cristo não há outro caminho, então, entregarmos a Ele toda a nossa existência, crendo que Ele pode nos perdoar de todos os nossos pecados. Como eu sempre digo, Cristo já pagou nosso resgate, e agora está em nossas mãos a decisão, a escolha é sua. Escolha Cristo, escolha a vida. Depois disso una-se a nós, e que nossas palavras possam ser constantemente: “Maranata, ora vem Senhor Jesus”.
Fábio Adriano Cruvinel Machado
Belleville, 10 de agosto de 2007