segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Leve a Luz

Mateus 5:14-16 “Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.”

Esse é o mês da juventude Batista. Quando o Esmael me convidou para trazer a Palavra para esta comemoração e com um tema tão apropriado, sinceramente eu fiquei pensando no texto chave que está em Mateus 28: 19-20 “ide, fazei discípulos de todas as nações...” e enquanto eu pensava sobre uma palavra a respeito, muitas coisas me vieram a mente. Por exemplo: O que está faltando hoje em dia para que as missões sejam mais efetivas do que estão sendo? Por que os crentes de um modo geral se interessam tão pouco por missão? Ou qual a verdadeira influência que a igreja está deixando no mundo? Ou mais ainda, estamos influenciando de alguma forma o mundo ou o contexto no qual estamos inseridos? Todas essas perguntas me vieram à mente e de verdade, eu não conseguia encontrar respostas muito conclusivas. Coincidência ou não, essa semana na faculdade tive o privilégio de discutir um pouco a respeito do assunto com colegas ou durante as aulas e então eu tomei um outro rumo para a pregação de hoje. Vamos partir do pressuposto que sabemos que a Luz que temos que levar é Cristo. Sabemos também que temos de levar essa Luz que é Cristo a todo o mundo, e isso faremos durante toda a nossa vida em todos os lugares por onde andarmos, sem que para isso tenhamos a necessidade de sermos missionários consagrados. Entendemos também que todo aquele que um dia entregou a sua vida a Cristo, tem o dever de anunciar o evangelho.
Apesar de sabermos que a Luz é Cristo, a Bíblia também nos fala no texto de Mateus que foi lido, que somos a luz do mundo. Isso é fácil de entender porque se temos Jesus em nossa vida e se Ele é a Luz, logo é inevitável que resplandeçamos essa Luz que está dentro de nós e por isso em uma escala muito reduzida somos também luz, não a Luz que Ele é como Deus, mas a luz que é refletida pela Sua presença em nosso ser. Somos reflexo da Luz de Cristo, ou pelo menos é isso que deveríamos ser e é isso que o mundo deveria enxergar em nós.
Todavia a impressão que tenho é que essa luz está ofuscada de alguma forma, ou pior, que está distorcida, e se está distorcida o mundo pode ter uma idéia errada da fonte dessa luz. Nunca ninguém chegou ao sol e por certo nem chegará. Mas muito do que sabemos a respeito deste grande astro se deve aos seus raios que viajam milhares de quilômetros até nós e de alguma forma nos afeta pelo calor que provocam. Se esse calor diminui ou aumenta podemos deduzir que algo está se passando. Da mesma forma, o mundo pode estar tendo uma idéia errônea a respeito de Deus porque talvez estejamos refletindo mal a sua luz em nossa vida.
Mas vamos aos pontos do texto. O primeiro é que, uma vez que você decidiu fazer parte da igreja de Deus na Terra através do sacrifício de Cristo, a sua luz vai brilhar de qualquer forma, ou de forma correta ou de forma distorcida.
O texto que lemos é o início do sermão do monte que Jesus proferiu aos seus discípulos a fim de ensinar-lhes o modelo do reino que Ele estava inaugurando e o modelo de vida que Ele gostaria que seus servos tivessem. Apesar de haver uma grande multidão por perto, esses ensinos são dirigidos especificamente aos seus discípulos que de uma forma voluntária resolveram seguir o Mestre. Por isso que Cristo inicia o versículo 13 dizendo que os discípulos são o sal da Terra e no 14 que nós lemos Ele diz que os discípulos são a luz do mundo. Jesus não estava falando com a multidão, mas com os discípulos que já haviam feito a sua decisão de acompanhá-lo. E quando Jesus diz que eles são a luz, na sequência Jesus diz quais são as implicações de ser luz. Como luz, os discípulos eram agora como uma cidade sobre um monte a qual não poderia ser escondida. Não tinha mais retorno, a luz estava brilhando e eles estavam sendo vistos, como uma cidade toda iluminada, construída sobre um monte. Você enxerga a cidade de longe e ninguém precisa lhe dizer que existe um povo que vive ali.
Quando Jesus nos compara com sal e luz, Ele está nada mais nada menos que ditando o modelo da relação que deveríamos ter com o mundo. Ora, se estamos no mundo, precisamos de alguma forma nos relacionar com esse mundo. Note que eu não estou falando de comunhão, porque comunhão é algo que só podemos ter com os irmãos na fé, porque comunhão denota, como o próprio nome diz, uma união com objetivos em comum, mas podemos e devemos ter algum tipo de relacionamento com aqueles que são de fora. E que tipo de relacionamento é esse?
Em primeiro lugar um relacionamento onde sirvamos como exemplo de cristãos. Sejamos sinceros, como é difícil hoje em dia vermos excelentes exemplos de cristãos como víamos antigamente. No meu penúltimo emprego eu convivi com pessoas que infelizmente não davam bons exemplos como cristãos; mentiam, falavam mal de outras pessoas, agiam sem integridade. Nós sabemos irmãos que a santificação é um processo, pelo qual passa todo aquele que entregou a sua vida para Cristo, mas o mundo não sabe disso e nos condena porque não vêm diferença entre a nossa conduta e a conduta de outras pessoas fora da igreja. Mas se só encontrássemos exemplos assim nos cristãos novos de conversão, poderia-se dar um desconto, mas vemos atitudes deploráveis em crentes antigos de igreja.
Uma coisa tem de ficar clara para nós; não há como nos escondermos; nossa luz está brilhando quer queiramos ou não, e ela pode estar irradiando um deus que não é o Deus verdadeiro.
Pra que isso não ocorra, tem gente que vive uma vida como crente secreto. Trabalha, estuda, realiza seus negócios, mas nunca diz que é crente, e ainda tem coragem de dizer que não se pode misturar vida na igreja com vida secular. Age como um incrédulo e um dia sem querer, descobrem que ele frequenta uma igreja. Sua máscara cai por terra e novamente o nome dos crentes cai no descrédito do povo.
Ser discípulo de Jesus é inerente a todo aquele que decidiu seguí-lo, ou seja, não há como aceitar a Cristo sem se tornar discípulo dele, e uma vez discípulo a marca de Cristo está em nossas vidas. O mundo vai reconhecê-lo mesmo que você tente se esconder na multidão. Assim como Pedro, até o seu modo de falar vai condená-lo de que um dia você teve um encontro com o Mestre. Essa marca indelével se chama Espírito Santo de Deus; você não pode perdê-lo uma vez que Ele entra na sua vida , mas você pode extinguí-lo no sentido de torná-lo apagado em sua vida.
Em segundo lugar, o relacionamento que devemos ter com o mundo, implica que sejamos úteis de alguma forma. As cidades na antiguidade costumavam servir de refúgio para os viajantes, principalmente naquele tempo em que as viagens eram longas e perigosas. Uma cidade sempre significava descanso, segurança e abrigo. Era lá onde se encontava uma boa comida e um bom lugar para pernoitar. Da mesma forma a candeia. Em tempos onde era extremamente restrita a iluminação artificial, uma candeia jamais seria colocada debaixo de um móvel, porque ela só teria utilidade em um lugar bem alto para que toda a casa fosse iluminada. Como um viajante solitário ansiava por uma cidade iluminada que pudesse lhe conceder abrigo, como uma pessoa em densa treva dentro de uma casa escura ansiava por uma candeia que pudesse lhe clarear o caminho, assim, o ser-humano perdido nas trevas desse mundo espera alguma utilidade da minha vida e da sua vida. Ele espera que de alguma forma possamos lhe dar alívio para o seu cansaço e luz para o seu caminho. E a pergunta que faço agora é: estamos de alguma forma sendo úteis ao mundo? O mundo vê utilidade na igreja aqui nesta Terra? Que tipo de diferença estamos fazendo no meio desta geração corrupta?
Eu entendo que o mundo deseja ver em nós modelo de integridade. O mundo quer ver homens e mulheres de Deus como descreve o Salmo 15: “Aquele que anda sinceramente, e pratica a justiça, e fala a verdade no seu coração. Aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal ao seu próximo, nem aceita nenhum opróbrio contra o seu próximo; A cujos olhos o réprobo é desprezado; mas honra os que temem ao SENHOR; aquele que jura com dano seu, e contudo não muda. Aquele que não dá o seu dinheiro com usura, nem recebe peitas contra o inocente. Quem faz isto nunca será abalado.”
Mas eu entendo que além de integridade, o mundo gostaria de nos ver mais engajados com os problemas que cercam a nossa sociedade. Com o discurso que inventamos de que não podemos misturar a igreja com as coisas “do mundo”, criamos uma barreira entre nós e o restante do povo, a ponto de quase não nos sentirmos mais parte da sociedade comum. Criticamos o governo e a sua incapacidade de resolver os problemas, mas também não fazemos nada como se isso não fosse a nossa responsabilidade como povo de Deus.
Não consigo enxergar Jesus aquém das necessidades sociais da sua época. Quem eram os excluídos da época de Jesus? Mulheres, doentes de todos os tipos, gentios, algumas pessoas que exerciam profissões ditas como indignas para os judeus. E quem foram as pessoas mais atendidas por Jesus? Exatamente esse povo excluído. Jesus não só dava a elas alimento espiritual, mas resgatava a dignidade social dessas pessoas, fazendo com que novamente pudessem ser inseridas na sociedade da época. Isso não soa familiar aos nossos ouvidos? Não temos excluídos na nossa sociedade? Não temos meios de ajudá-los a novamente serem inseridos? Além de ajuda espíritual não sabemos e podemos também dar ajuda moral e social? É disso que estou falando. Fazer diferença no mundo de corrupção, ser sal e luz. As pessoas poderão até não gostar da nossa pregação porque condenamos e combatemos o pecado, mas não terão o que falar quando verem a nossa luz brilhando. Isso não é ganhar salvação pelas obras, mas mostrar a salvação que já temos ganho através delas.
Isso foi o que Tiago disse em sua epístola no capítulo 1 e no verso 27: “A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo”. Sabe por que isso não tem a ver com salvação? Porque Tiago está falando com crentes que já eram salvos, mas que se esqueceram que uma fé teórica é morta e talvez nem exista.
Mas existe um fator muito importante. Nossas obras somente serão recompensadas quando, esforçando-nos no benefício de outrem, o fizermos para a glória de Deus e não para angariar a aprovação dos homens ou para a edificação do próprio ego.
O segundo ponto que gostaria de mostrar é: se quisermos que a nossa luz reflita verdadeiramente o Deus a quem servimos, teremos de andar na contramão do mundo.
Em termos práticos o que isso significa? O que Jesus estava realmente querendo dizer com ser luz e ser sal? O texto que antecede ao que lemos nos diz a esse respeito, e é o texto das bem aventuranças. Basicamente o texto diz o seguinte: vocês serão bem-aventurados, ou felizes, se vocês forem pobres de espírito, chorões, mansos, terem fome e sede de justiça, misericordiosos, limpos de coração, pacificadores, forem perseguidos por causa da justiça e injuriados.
Aí você me diz, peraí, tem alguma coisa errada em tudo isso. Você está me mostrando o retrato de um derrotado, de um fraco e não de uma pessoa feliz e bem-aventurada. Como um pobre de espírito, um manso e um misericordioso pode ser bem sucedido no mundo atual? Para ser bem sucedido hoje você tem de ser forte, acreditar que você tem dentro de si um potencial inerente, ter fome e sede de sucesso e não de justiça, ser misericordioso que nada, você tem é que ser frio e calculista, e cada um por si.
Aí Jesus lhe diz: o meu padrão de felicidade e de bem-aventurança, não é o mesmo padrão do mundo e se você quiser seguir o padrão do mundo, você não terá lugar no meu reino, porque aqueles que aceitam viver de acordo com os meus padrões andam na contra-mão do sistema, se chocando com tudo e com todos a todo tempo.
Agora ficou claro para você o que Jesus quis dizer com ser sal e ser luz? O texto das bem-aventuranças não pode ser dividido do restante. Jesus ainda está fazendo o seu discurso e falando da mesma coisa. Ele diz assim no versículo 12: “Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.” E continua: “Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar?”
Você quer servir de sal para o mundo? Quer servir de luz para as pessoas? Então precisamos cumprir as bem-aventuranças na nossa vida porque é disso que Jesus está falando.
Porque quando determinamos viver segundo os padrões do mundo e não segundo os padrões de Deus, irradiamos uma luz estranha para as pessoas. Mesmo o mais vil incrédulo que não entende nada de Bíblia e nada de Deus, vai ver que existe uma incoerência na nossa vida, porque até Ele sabe que o crente precisa ser diferente. Até Ele consegue identificar que a nossa luz está distorcida.
Você percebe que o evangelho que se prega aí na mídia não tem nada a ver com o evangelho de Jesus? O “evangelho” aí de fora lhe diz: desafie Deus com propósitos e seja feliz nesta Terra. O evangelho de Jesus Cristo, o verdadeiro, me diz: ande na contra mão do mundo e você terá um galardão nos céus. Como é Fábio? E aqui na Terra, não ganho nada? Claro que ganha: paz sem igual, uma vida repleta do amor de Deus, a presença do Espírito Santo em seu coração, a certeza de uma vida eterna com Cristo, a identidade de pertencer à família de Deus, o título de sacerdote real, povo adquirido por Deus, amigo de Jesus, etc., etc., etc.
Parece pouco? Pra mim é tudo.
Tudo isso parece estranho, controverso, confuso, mas o que Jesus está afirmando aqui é que, ainda que todos considerem que seus seguidores são os mais infelizes e desafortunados, e ainda que eles mesmos nem sempre estejam totalmente otimistas com referência à sua própria condição, diante do céu e pelas normas do reino eles são realmente felizes. Isso é verdadeiro não somente pelas bençãos reservadas para eles no futuro, mas também em virtude de seu presente estado porque o favor do céu já repousa sobre eles.
E muitas vezes, para que a luz de Cristo brilhe através de sua vida, você vai precisar ser pobre de espírito ao invés de usar de esperteza, vai precisar chorar ao invés de rir orgulhoso da sua suposta vitória, vai precisar ser manso ao invés de dizer o que estava no seu coração e vai precisar agir com misericórdia ao invés de dar o castigo merecido a quem lhe ofendeu ou prejudicou. Aliás quando eu falo de misericórdia eu lembro do texto paralelo do sermão do monte em Lucas onde ele diz lá em 6:36: ” Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso”. Já refletiram sobre o peso desta Palavra? Já ouvi muita gente orando a Deus, citando o texto de Lamentações que diz que as misericórdias do Senhor se renovam a cada manhã. Mas como é difícil exercer essa mesma misericórdia quando um irmão pisa no nosso calo. Nós nos esquecemos do texto de Lamentações e consequentemente do texto de Lucas.
O mundo está nos olhando para ver se o evangelho transformador que pregamos, realmente transformou a nossa vida.
Dito isto vamos ao terceiro e último ponto. Quando a nossa luz for refletida de forma correta, Deus então será glorificado e o evangelho que nós pregamos sairá da teoria e se transformará em um evangelho prático.
Entendendo que a luz de Cristo brilha através da minha vida e que essa luz tem de brilhar de forma correta, então eu posso ir lá para Mateus 28 e ter a certeza que Deus será glorificado na minha vida e que Ele me usará de forma gloriosa para resgatar almas perdidas. Sabe por que isso é fundamental irmãos? Vamos lá para o texto de Mateus 28: 19-20: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.”
A maioria dos irmãos já deve saber isso, mas não custa repetir. O verbo ir no início do verso está na verdade no gerúndio e deve ser entendido como indo e não como ide, sendo assim a ênfase de Jesus não está no ir mas no fazer discípulos. A idéia de discípulos está associada a caminhar junto. Era assim que um discípulo era discipulado naquela época, ele andava junto com seu Mestre a fim de aprender tudo o que pudesse na prática. Por isso vemos os discípulos de Jesus com Ele o tempo todo, sem desgrudar um minuto sequer daquele que estava os guiando e os discipulando. Quando alguém escolhia ser discipulado por outra pessoa, esse alguém desejava ardentemente ser parecido com seu mestre.
Então vamos voltar ao texto. A ordem de Jesus é fazer discípulos. Como? Batizando-os e ensinando-os a guardar todas as coisas que Ele mandou. Agora imaginem os discípulos de Jesus caminhando e fazendo discípulos. Eles começam a contar aos seus discípulos tudo o que Jesus ensinou e ordenou que os seus seguidores cumprissem, mas ao mesmo tempo não praticam nada daquilo que eles estavam falando. O discípulo dia após dia teria a certeza que aquele discurso todo não passava de blá-blá-blá, porque aquela suposta experiência de ter conhecido Jesus, que estava sendo pregada, não havia causado nenhuma mudança de comportamento na vida daqueles homens. Graças a Deus não foi isso o que aconteceu.
Não tem como fazer discípulo, se o discípulo não puder ver em minha vida que aquilo que eu prego com tanto entusiasmo é realmente verdade e de alguma forma transformou meu proceder.
Sabe aquela frase que inventamos para livrar a nossa cara que diz que as pessoas têm de olhar para Jesus e não para nós porque somos falhos? Pois é, essa frase não passa de uma fuga para o medo que eu tenho de que alguém se espelhe em minha vida e eu me torne motivo de escândalo. O discípulo de Jesus que não tem medo de ser vigiado diz como disse o apóstolo Paulo, sede meus imitadores. Que coragem a dele não? Mas ele disse aquilo porque ele sabia o significado do discipulado e que inevitavelmente as pessoas olhariam para a sua vida tentando ver a obra de Cristo.
Nossa pregação tem de ser completa. Não somente com os nossos lábios e palavras, mas principalmente através da nossa vida. Que o mundo possa ver em minha vida e na sua vida irmão, que o evangelho que nós pregamos tem poder para transformar; que através desse evangelho nós nos tornamos nova criatura em Cristo. Eu cometo erros? Sim. Eu cometo pecados? Sim. Mas não vivo pecando como fazia antes de conhecer a Jesus.
Se você tem o desejo ardente de se tornar um vaso de honra para Deus, cumprindo a ordem de Jesus de fazer discípulos de forma excelente, gostaria que você orasse a Ele neste momento pedindo para que Ele o use, de forma que a Sua Luz brilhe em tua vida e que o mundo possa reconhecer que um dia você teve um encontro com o Mestre. Que Deus o abençoe!

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