segunda-feira, 4 de outubro de 2010

A Lei de Cristo

Gálatas 6: Irmãos, se alguém for surpreendido em algum pecado, vocês, que são espirituais deverão restaurá-lo com mansidão. Cuide-se, porém, cada um para que também não seja tentado.
Levem os fardos pesados uns dos outros e, assim, cumpram a lei de Cristo.
Se alguém se considera alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo.
Cada um examine os próprios atos, e então poderá orgulhar-se de si mesmo, sem se comparar com ninguém,
pois cada um deverá levar a própria carga.
O que está sendo instruído na palavra partilhe todas as coisas boas com quem o instrui.
Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá.
Quem semeia para a sua carne, da carne colherá destruição; mas quem semeia para o Espírito, do Espírito colherá a vida eterna.
E não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos.
Portanto, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé.
Vejam com que letras grandes estou lhes escrevendo de próprio punho!
Os que desejam causar boa impressão exteriormente, tentando obrigá-los a se circuncidarem, agem desse modo apenas para não serem perseguidos por causa da cruz de Cristo.
Nem mesmo os que são circuncidados cumprem a lei; querem, no entanto, que vocês sejam circuncidados a fim de se gloriarem no corpo de vocês.
Quanto a mim, que eu jamais me glorie, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, por meio da qual o mundo foi crucificado para mim, e eu para o mundo.
De nada vale ser circuncidado ou não. O que importa é ser uma nova criação.
Paz e misericórdia estejam sobre todos os que andam conforme essa regra, e também sobre o Israel de Deus.
Sem mais, que ninguém me perturbe, pois trago em meu corpo as marcas de Jesus.
Irmãos, que a graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com o espírito de vocês. Amém.

A carta que Paulo escreve aos Gálatas é uma carta de admoestação. Paulo está impressionado pelo modo como os gálatas estavam se desviando da verdade, do evangelho genuíno que ele próprio havia pregado para eles. Nesta carta vemos palavras duras e incisivas de censura para com as atitudes carnais manifestas pela igreja da Galácia. E uma dessas atitudes era o retorno à circuncisão como obrigação e complemento da graça salvívica de Jesus.

Provavelmente, alguns judaizantes infiltrados no meio da igreja conseguiram persuadir os crentes a voltarem às práticas de circuncisão, dizendo que não bastava a fé em Jesus para a salvação, mas que a essa era preciso acrescentar o ato cerimonial judaico da circuncisão. Esses crentes, enganados por estas palavras, retornam então com as mesmas práticas que tinham antes de conhecerem o evangelho pregado por Paulo, descaracterizando totalmente a mensagem de salvação que não admite nenhuma outra forma de remissão de pecados a não ser através do sacrifício de Jesus na cruz do Calvário. Para demonstrar a importância e o perigo dessa atitude da igreja, Paulo descreve em detalhes a origem do evangelho que recebera do próprio Jesus, mostrando que não foi de homens que ele a ouviu, mas do próprio Jesus em revelação. Paulo tenta mostrar como a lei é ineficaz para a salvação e que os verdadeiros filhos da promessa feita a Abraão, são na verdade aqueles que nasceram de novo através do sangue purificador de Jesus e da reconciliação através de sua morte. Com isso Paulo denuncia a ineficiência da lei e defende mais uma vez a total eficiência da graça.

Por que Paulo traz tantas argumentações a respeito do tema da salvação pela graça em várias de suas cartas? Simplesmente porque esse é o tema primeiro e mais importante na vida de um cristão. Se a pessoa não entende o verdadeiro significado daquilo que Cristo fez pela humanidade ao entregar a sua vida, o resto não significa mais nada. Você pode ser um religioso de primeira categoria, pode ser um freqüentador assíduo de todos os cultos, pode até ser a pessoa mais bondosa desse mundo, se não entender a mensagem de salvação que Cristo trouxe ao mundo você não será melhor que um espírita que pensa alcançar degraus espirituais fazendo o bem. Por isso, entender a graça é entender o modo pelo qual se procede a salvação vinda da parte de Deus. Entender a graça coloca-nos no verdadeiro lugar a que pertencemos, pobres pecadores, e coloca Deus no lugar que lhe é de direito e de fato, soberano, todo-poderoso, onipotente, mas também um Deus de amor sem igual; um amor que nem eu e nem você saberíamos explicar, porque transcende a nossa intelectualidade, perpassa toda a atmosfera racional e humana, visto que é um amor que acontece sem troca e nem barganha. Já disse certa vez um pastor amigo meu, um amor para quem não merece ser amado; assim é o amor de Deus.

Mas os gálatas tinham outros problemas além do retorno à circuncisão que de acordo com Paulo era problema primeiro de se resolver. Era primeiro porque afetava o significado da salvação, visto que impunha outras coisas além da fé em Jesus. Os outros problemas na vida dos crentes encontram-se no capítulo que lemos no início, e talvez fossem na verdade apenas reflexo do problema maior que era o acréscimo à salvação pela circuncisão. Os gálatas tinham problemas de ordem social e de comunhão. Havia, assim como em Coríntios, como estamos estudando com o pastor, alguns problemas entre os irmãos que causavam divisões entre eles. Muito provavelmente esses problemas não eram tão intensos como em Corinto, mas de qualquer forma eram preocupantes a ponto de levarem Paulo a escrever admoestando-os a retornarem à prática do amor.

Se voltarmos ao finalzinho do capítulo 5, anterior ao que lemos, vamos ver a causa das intrigas entre os crentes. No último versículo desse capítulo Paulo os adverte a não serem presunçosos e invejosos. O que acontecia era que alguns irmãos, considerando-se melhores, mais crentes e mais fortes do que outros, menosprezavam estes manifestando dessa forma falta de amor e prepotência. Não sei se vocês conhecem algumas pessoas assim; graças a Deus eu não conheço ninguém; não conheço nenhum irmão que se julga melhor que outro, mais crente, menos pecador; brincadeira, infelizmente eu conheço, e foi contra este tipo de atitude que Paulo escreveu aos Gálatas. Foi por conta de autopromoção e de senso de superioridade que Paulo, mesmo com problemas de visão, escreve de próprio punho este último capítulo de sua carta, porque ele entendeu que isso era algo que não poderia ser admitido na igreja de Cristo, daqueles que foram lavados pelo sangue de Jesus. Aliás, se você abrir o Orkut você vai ver uma enxurrada de frases prepotentes e de auto-exaltação de crentes que se acham melhores que outros. Só pra se ter uma idéia eu peguei alguns exemplos: "sou um vaso escolhido por Deus"; "sou um vaso cheio de Deus"; "um levita do Senhor"; "fulano, profeta de Deus", "profeta - boca de Deus”. Não cheira petulância, hipocrisia e vanglória? Cheira e cheira mal. Não é a toa que pessoas não crentes nos acham metidos, arrogantes e com síndrome de superioridade. "Não ouse se levantar contra o ungido do Senhor!"; cansei de ouvir isso na minha adolescência e juventude. Agora vamos ver o que Paulo escreve neste mesmo capítulo que lemos no versículo 14: “Quanto a mim, que eu jamais me glorie, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, por meio da qual o mundo foi crucificado para mim, e eu para o mundo”. Quanta diferença na ênfase. A ênfase de Paulo era na cruz e a dos gálatas era em sua própria capacidade.

Em razão disso, Deus nos dá três responsabilidades se queremos cumprir a lei de Cristo. Os gálatas estavam ávidos por cumprir a lei mosaica voltando à prática da circuncisão. Então Paulo lhes dá uma dica. Vocês querem cumprir a lei, então cumpram a lei de Cristo que é o amor. E isto nos diz respeito também.

A primeira responsabilidade como crentes a fim de cumprirmos a lei do amor é:

  1. Restaurar os caídos com mansidão
Para entender essa responsabilidade, primeiro precisamos entender o sentido de pecado para a sociedade contemporânea a Paulo. Um judeu não tinha a mesma percepção de pecado como temos hoje. Para nós pecado é um ato de transgressão que merece punição. Como eu já disse aqui uma vez, em razão de nossa mente grega, quando pensamos em pecado pensamos logo em julgamento e pena. Se errou precisa pagar, não é isso que sempre ouvimos por ai quando algum crime é cometido? Pecado para nós tem gosto de vingança, de penalização e de pagamento. Quando Jesus tratou do pecado em suas pregações e ensinamentos, não era esse o significado de pecado que ele trazia e nem era esse o significado que os seus ouvintes entendiam. Pecado para o judeu significava um mal que precisava ser tratado e não penalizado. Por isso que tantas vezes o pecado é referido como uma doença, algo que precisa de cuidado, de tratamento. Jesus disse falando sobre o pecado: eu não vim para os sãos, mas sim para os doentes. Quando mudamos a ótica dessa percepção tudo muda. Muda o modo como encaramos os nossos pecados, mas principalmente muda o modo como encaramos os pecados alheios. Talvez agora você entenda o porquê das pessoas antigamente se darem à penitência e ao autoflagelo. De forma inconsciente, eles faziam isso como forma de se livrarem do peso que o pecado os impunha. Era um modo de dizer a Deus que estavam arrependidos. Era um modo de punição do pecado.

Mas o problema em tudo isso é que, primeiro, autoflagelo não apaga pecado, apenas o sangue de Jesus tem poder para isso, e, segundo, é que autoflagelo não liberta ninguém de pecado, porque autoflagelo é pena, e pecado precisa de tratamento e não de pena.

Mas quando eu entendo o que é pecado, muda não só o modo como lido com meus pecados, mas também o modo como encaro os pecados do meu irmão, e é esse ponto que Paulo quer frisar. Os gálatas estavam tratando esses problemas com uma mentalidade grega de punição, mas Paulo os adverte a viver a lei de Cristo que era baseada no amor. O amor me manda restaurar a vida de meu irmão que pecou com mansidão, tratá-lo como alguém importante não só para Deus, mas também para mim. O amor me manda enterrar meu orgulho e cuidar das feridas daquele que caiu. E deixe-me dizer algo importante. O irmão que pecou não precisa de mais pedra sobre a sua cabeça, deixe isso para os mulçumanos, o irmão que pecou precisa de cuidado, de atitude de compreensão e amor. Isso não quer dizer que passaremos um pano quente sobre o pecado, mas quer dizer que restauraremos as feridas do irmão caído, e com essa atitude vamos ajudá-lo a vencer as suas fraquezas.

Ao longo da história da igreja perdemos muito com nossa intolerância religiosa. Perdemos muito com nossa prepotência e orgulho evangélicos. Com o discurso de manter a integridade da igreja a qualquer custo, mandamos muita gente para o inferno e esquecemos da lei de Cristo que é o amor. Afastamos pessoas do convívio da igreja por causa de roupas tidas como não cristãs, por causa de costumes regionais que julgávamos corretos ou não; mandamos muita gente boa embora porque simplesmente não se enquadravam no nosso modo de ser crentes, porque eram diferentes e destoavam da maioria.

Se queremos cumprir alguma lei, que cumpramos a lei de Cristo, e para isso Paulo nos manda simplesmente amar. Seu irmão caiu? Não o trate com indiferença, como se você nunca tivesse caído; não o trate com desdém como se você fosse superior em alguma coisa e não estivesse sujeito ao mesmo erro. Eu faço uma pergunta simples: quantas vezes Deus já nos perdoou em toda a nossa vida por algum pecado que cometemos e que iremos cometer? Então, quantas vezes nós temos de perdoar o irmão que é mais fraco e menos espiritual? Responda você mesmo.

Mas além de ajudar o meu irmão caído a ser restaurado, devo também tomar cuidado para eu mesmo não cair no mesmo erro. Eu sinceramente fico preocupado quando vejo alguns líderes falando a respeito de algum pecado com tom de: isso nunca vai acontecer comigo. Fico preocupado porque, quando esse líder cai, muita gente se machuca e tem sua fé abalada. E geralmente, aquilo que mais criticamos é geralmente o ponto onde mais somos tentados. Naqueles assuntos que mais somos intolerantes, são neles que geralmente tropeçamos e caímos. Por isso Paulo nos adverte: não se julgue forte demais, não se julgue inabalável e intocável. O inimigo conhece nossas fraquezas e é exatamente nelas que vai nos tentar. Ao invés disso, cuidado para não cair. Tenha uma vida piedosa e humilde para reconhecer que se está em pé até aqui foi pela misericórdia de nosso Deus e não por seus méritos.

A segunda responsabilidade quando verdadeiramente queremos cumprir a lei de Cristo é:

  1. Levar os fardos pesados uns dos outros.
Interessante aqui é que a NVI traz fardos pesados, e aqui a idéia é daquelas cargas que os animais conduziam de um lugar para outro. Qual é a tua carga pesada irmão? É uma fraqueza, uma provação, alguma limitação? Como seria bom se tivéssemos alguém que pudesse nos ajudar a carregarmos nossas cargas. Como seria bom se tivéssemos alguém que nos ajudasse em nossas fraquezas, que entendesse e nos ajudasse a tratar de nossos mais íntimos problemas, aqueles ninguém sabe, só você e Deus, mas com o qual você tem lutado a vida inteira.
Eu tenho uma dificuldade muito grande em colocar na mesma classificação aquela pessoa que sabe que está errada e não faz nada para mudar e erra com convicção e consciência, com aquela pessoa que sabe que está errada, mas que tenta com todas as suas forças sair da vida que leva, mas que por vários motivos não tem força. Pra mim são duas situações completamente diferentes. A primeira classe de pessoas Paulo nos adverte em Coríntios que não tenhamos comunhão com estes. Mas a segunda classe de pessoas Paulo nos insta aos gálatas que devemos ajudar a levar seus fardos.

Quando eu ajudo meu irmão a levar seu fardo demonstro em primeiro lugar amor e misericórdia, demonstro que entendi o que Cristo fez por mim e por isso, enquanto estiver na minha capacidade devo fazer pelos outros. Demonstro que quero cumprir a lei de Cristo e que estou vivendo a oração do Pai Nosso. Quero que o Pai perdoe meus pecados? Então devo na mesma medida perdoar os pecados que cometem contra mim.

Vamos ser mais claros e práticos irmãos. Qual a nossa atitude quando vemos algum irmão fazendo algo que julgamos não estar correto sob a perspectiva bíblica; note que eu disse perspectiva bíblica e não humana. Minha atitude é me aproximar e com mansidão ajudá-lo a entender que sua atitude não foi correta diante de Deus, ou minha atitude é espalhar a notícia para mostrar que eu não faço como aquele irmão, que eu sou superior e mais crente que ele? Agimos como o fariseu que batia no peito por não ter nascido gentio e pecador, ou agimos como o publicano que sabia quem era e que não tinha mérito nenhum diante de Deus? Não sei você, mas eu nunca tive coragem de me ajoelhar diante de Deus como um fariseu, mas sempre como um publicano, alguém que não merece estar ali, mas que pela graça e misericórdia de Deus está; alguém que não tem nada para oferecer, mas que mesmo assim crê que o sacrifício de Jesus foi suficiente para me dar acesso a Deus.

Fico pensando que talvez devêssemos aprender mais com os alcoólatras anônimos. Lá ninguém é superior a ninguém. Lá todos se ajudam porque sabem que todos padecem do mesmo mal. Lá eles se alegram com cada vitória alcançada pelo outro, mas se entristecem e abraçam aquele que não resistiu e caiu no meio do caminho, dando-lhe palavras de ânimo para não desistir e continuar lutando. Quem dera pudéssemos criar os pecadores anônimos, onde cada um pudesse sem medo de ser discriminado, contar os deslizes e falhas cometidos naquela semana. Um lugar onde todos seriam iguais visto que ninguém seria menos pecador que o outro. Um lugar onde pudéssemos de fato carregar os fardos pesados uns dos outros. Esse lugar é a igreja. Instituição onde nos reunimos para prestar culto a Deus e onde nos congregamos em família. É aqui que Paulo nos manda viver a responsabilidade de carregar os fardos pesados dos nossos irmãos.

A última responsabilidade que temos quando queremos cumprir a lei de Cristo é:

  1. Façamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé.

Veja que Paulo não exclui aqueles que são de fora da igreja, ele apenas manda priorizar os irmãos, mas deixa evidente que nossas atitudes de bondade não devem resumir-se aos crentes. No meu trabalho de conclusão de curso eu estou escrevendo sobre o papel da ação social da igreja que a meu ver precisa ser resgatado com pena da igreja se tornar insípida e irrelevante para o mundo. Eu penso assim porque não consigo entender como as duas coisas podem caminhar de forma isolada, evangelismo e ação social. Vou esclarecer. Não dá pra pregar o evangelho de Jesus que veio transformar a totalidade da pessoa, e não somente o lado espiritual, quando essa pessoa não tem condições básicas necessárias para entender daquilo que estou falando. Pessoas com fome não pensam adequadamente. Mas não é só isso, pessoas analfabetas ou analfabetas funcionais não vão ler ou interpretar corretamente as Escrituras. Vocês sabiam que a Escola Bíblica Dominical nasceu a principio destinada ao ensino secular e só depois transformou-se em uma importante ferramenta de ensino bíblico? E a idéia era exatamente essa, como vão ler a Bíblia se não sabem ler? Hoje, apesar de termos um número relativamente baixo de analfabetos em nosso país, o número de analfabetos funcionais é alarmante; são aqueles que lêem, mas não conseguem interpretar ou entender o que lêem. Conhecem as palavras, mas não os seus significados. A igreja relegou esse papel ao estado, que por sinal o executa muito mal, e deixou de cumprir o que a meu ver era um papel dela também.

Até onde vai o seu entendimento de fazer o bem? Quando você pensa em fazer o bem quantas coisas não devem vir em sua mente certo? É sobre isso que Paulo estava dizendo, ajudar os da igreja e se não houvesse mais ninguém para ser ajudado procurar lá fora. E a intenção aqui não é barganhar salvação em troca de um prato de sopa, a questão aqui é de princípios e valores, é uma questão conceitual que se transforma em prática de vida. O ser luz e sal vai muito além do discurso e se concretiza naquilo que eu faço e como faço.

Hoje relembramos o ato mais significativo demonstrado por Deus para com a humanidade. Hoje relembramos a morte de Jesus, seu sacrifício, demonstração de amor sem igual que nos outorgou o privilégio de sermos filhos de Deus. Eu sei que Cristo me transformou, me salvou, mas como mostrar essa transformação ao mundo, como o mundo vai acreditar que realmente Cristo mudou a minha vida? Cumprindo a lei de Cristo, vivendo o amor. Você verá que à medida que vai vivendo o amor, menos vai precisar pregar sobre ele, visto que sua vida se transformará na mais perfeita pregação.

Quer que a mensagem da cruz seja demonstrada através de sua vida de forma inequívoca? Restaure os caídos em amor, com mansidão; leve seus fardos pesados como se fossem seus próprios e façam o bem sem olhar o merecimento do outro. Porque na verdade ninguém merece coisa alguma, nem eu nem você. Quando fazemos o bem não é por merecimento, mas unicamente por causa de Deus em nossa vida.

Que possamos viver aquele cântico que sempre cantamos aqui:

Como família envolvendo
Todo o que se aproximar
Sempre incluindo nas fronteiras
Do grande amor do Pai

Que Deus nos abençoe!

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