terça-feira, 12 de agosto de 2008

Pequenos Gigantes em um Mundo sem Fronteiras

Ap 3:7-13 – “E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre:
8 Conheço as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; tendo pouca força, guardaste a minha palavra, e não negaste o meu nome.
9 Eis que eu farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não são, mas mentem: eis que eu farei que venham, e adorem prostrados a teus pés, e saibam que eu te amo.
10 Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra.
11 Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.
12 A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do meu Deus, e também o meu novo nome.
13 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.”

Antes de tudo um prólogo para que vocês tomem conhecimento de algumas características da cidade que serão muito importantes para o nosso entendimento do texto.
Filadélfia foi fundada em 140 a.C. por Átalo II, cujo sobrenome era filadelfo. Localizava-se estrategicamente junto a uma rodovia bem trafegada que ligava o oriente (Ásia) com o ocidente (Europa).
A área que circundava a cidade era vulcânica e conhecida como a “terra fumegante”. As cinzas vulcânicas desciam e tornavam o solo extremamente fértil.
Por causa da atividade vulcânica, a cidade era abalada por freqüentes terremotos. Um forte tremor devastou a cidade em 17 d.C. Em vista desta catástrofe, o imperador Tibério doou dinheiro para a reconstrução da cidade. Para honrar o ato do imperador, os habitantes então trocaram o nome da cidade para Neocaesarea (a cidade do novo César). O nome permaneceu por cerca de 30 anos, quando então para honrar o imperador Tito Flávio Vespasiano, a cidade passou a se chamar Flávia.
Porém, os habitantes da cidade com medo dos freqüentes terremotos e da destruição que abalara a cidade, resolveram viver fora dos muros da cidade, em campo aberto.

Juntamente com a igreja de Esmirna, Filadélfia não recebe nenhuma reprimenda da parte do Senhor, antes é elogiada por sua conduta fiel.
Jesus inicia a carta como todas as outras, se apresentando, e desta vez Ele se apresenta como o santo e verdadeiro. Podemos tirar duas conclusões a partir desta afirmativa de Jesus. A primeira é que Jesus é santo, e como santo suas palavras são verdadeiras, dignas de confiança. Jesus quer que os habitantes de Filadélfia creiam n’Ele, não duvidem e tenham certeza que tudo o que Ele disser acontecerá. A outra conclusão é que, como filhos d’Ele que somos, devemos imitá-lo, e por termos de imitá-lo, devemos juntamente com Ele desejarmos a santidade e a verdade. Nossas palavras da mesma forma têm de ser verdadeiras.
O que significa ter a chave de Davi? Essa promessa feita por Deus a Eliaquim, filho de Hilquias, é encontrada em Isaías 22:22, que servira ao rei Ezequias como um mordomo fiel. Eliaquim recebera emblemas régios, de autoridade, um manto com cinturão e a chave da dinastia de Davi sobre seus ombros. Jesus, como raiz de Davi, é o verdadeiro portador desta chave, a chave do reino de Deus. E como possuidor de tamanha autoridade, Ele abre as portas do reino, mas também as pode fechar em virtude da rebeldia e rejeição de um povo. A salvação, portanto, vem do Senhor e só d’Ele, nada nem ninguém pode usurpar esta autoridade.
Jesus também conhecia a igreja de Filadélfia nos mínimos detalhes. Todas as suas obras e ações estavam patentes aos olhos do Senhor. Jesus havia aberto uma porta para a igreja e ninguém a fecharia. Que porta é esta? Filadélfia estava muito próxima de uma importante rodovia que ligava a Europa e a Ásia. Isso não só facilitava seu comércio, mas também era uma importante estratégia para a propagação do evangelho. Jesus havia aberto as portas do evangelho para aquela pequena igreja e ninguém a fecharia. Em razão dos elogios que Jesus faz a igreja é concluinte que esta estava desempenhando muito bem o seu papel na evangelização, estava tornando conhecido o nome de Deus entre as nações que ali passavam para comercializar seus produtos. Com certeza muitos povos conheceram o nome de Cristo através da humilde igreja de Filadélfia.
Mas por que eles tinham pouca força? É errônea a interpretação de que eram crentes fracos, como alguns supõem. Muito pelo contrário, eles eram crentes maduros que entenderam a sua missão na proclamação do evangelho. A sua fraqueza residia no tamanho da igreja. A igreja era pequena, com poucas pessoas, e, tanto era, que os judeus davam pouca importância aos crentes de Filadélfia, achando que a sua influência era tão pequena que não precisavam ser temidos. Mas eles estavam enganados. Apesar de pequena, a porta aberta para a igreja por intermédio de Jesus era imensa, de proporções continentais. O evangelho estava sendo espalhado pela Ásia e pela Europa pelos “insignificantes” crentes de Filadélfia.
A despeito de serem poucos, souberam manter a Palavra de Deus intacta, sem subvertê-la ou distorcê-la. Não negaram o nome de Cristo nem mesmo em meio à perseguição.
Há algo importante que devemos citar neste ponto. Apesar de parecerem insignificantes aos olhos dos judeus, esses poucos crentes não deixaram de sofrer perseguições. Como cristãos naquela época e naquela região, com certeza foram perseguidos e difamados.
O verso nove é uma dura palavra ao povo judeu. Jesus os chama de “os da sinagoga de Satanás”. Ora, Jesus aqui está querendo dizer que, quem habita agora nas sinagogas dos judeus é o próprio Satanás. Deus estava longe de lá. Em primeiro lugar porque eles rejeitaram a Jesus como o Filho de Deus e em segundo lugar porque eles perseguiam aqueles que agora são verdadeiramente os filhos de Deus, a nova aliança de Iahweh. Jesus inaugurara um novo tempo, sob um novo concerto, e quem não aceitasse essa nova aliança infelizmente estava fora do pacto, e quem não é por Deus, só pode ser contra Ele. Esses mesmos judeus que se vangloriavam da aliança do Sinai, mas rejeitavam a aliança do próprio Filho de Deus, iriam um dia reconhecer que aquela igreja pequena, a qual eles tanto desprezavam, era a verdadeira igreja de Cristo, comprada pelo seu precioso sangue.
O verso 10 é uma palavra de conforto a uma provação que viria no futuro. Os crentes de Filadelfia poderiam ficar tranqüilos porque não seriam afetados pela hora da tentação que abalaria o mundo inteiro. Eles estavam protegidos sob a mão poderosa de Deus, porque eram herança de Deus, sob os cuidados de seu eterno amor.
Jesus promete vir sem demora no versículo 11 e desta forma pede para que os crentes guardem a sua coroa, para que não a percam. Será que Jesus está querendo aqui dizer que os cristãos de Filadélfia estavam arriscados a perderem a sua salvação? De maneira nenhuma. Em várias partes da Bíblia e do próprio Apocalipse aparece a figura da coroa. Em um sentido conotativo, como é o caso desta passagem, coroa significa autoridade. Era um símbolo de autoridade de um rei por exemplo. Jesus havia aberto uma porta para a igreja de Filadélfia, uma porta para a evangelização de muitas pessoas. A igreja de Filadélfia tinha a autoridade de Deus para levar o evangelho a todos os viajantes que passassem por seu território. Se eles deixassem de valorizar este privilégio concedido por Deus, essa autoridade de falar em Seu nome, Deus poderia fechar-lhes a porta que um dia fora aberta, porque a chave de Davi está em Suas mãos e não em nossas mãos. É Ele que abre e fecha a porta do reino de Deus. Portanto era imprescindível que a igreja valorizasse esse privilégio que Deus lhe dera e não deixasse que essa porta se fechasse porque não valorizaram a missão que Deus colocara em suas mãos. A coroa poderia ser transferida caso a igreja deixasse de utilizá-la.
Não só os crentes, mas a cidade inteira de Filadélfia estava cansada dos abalos sísmicos que assolavam a cidade. Prova disso é que se mudaram para fora dos muros. Era como se não tivessem uma cidade onde morar porque dormiam em campo aberto, provavelmente sob tendas. Jesus, como um consolo para a igreja que não só sofria perseguição, mas também sofria com os eventos naturais, promete lhes fazer de colunas no templo de Deus. As colunas do templo de Deus seriam tão inabaláveis que os crentes jamais precisariam abandonar a nova Jerusalém “dela nunca sairá”. Eles não precisariam mais dormir no relento, ou sob tendas, porque o templo de Deus é inabalável. Os crentes não iriam mais precisar ter medo das catástrofes naturais.
A cidade de Filadélfia em um esforço de agradar seus governantes trocava o nome de sua cidade a cada troca de governo. A cidade de Filadélfia não tinha mais identidade própria; sua identidade momentânea dependia de quem estava governando a cidade. Jesus promete dar uma identidade àquele que vencesse. O nome de Deus seria escrito em todo aquele que cresse no unigênito Filho de Deus. Eles passariam a ter uma identidade, passariam a ter uma história e principalmente passariam a ter um futuro. De alguma forma eles achavam importante que o governante fosse homenageado, dando o seu nome à cidade. Mas Deus dá a eles um novo motivo de regozijo, que é o de ter o nome de Cristo, o nome de Deus e o nome da cidade de Deus gravados em si mesmos.
Mas o que isso tem a ver com a igreja de Cristo e mais especificamente com a Igreja Batista de Valinhos? O que esse texto pode nos ensinar nos dias de hoje?
Em primeiro lugar: o que Deus pensa sobre nós? O que Deus pensa sobre mim? Qual seriam as palavras de Jesus ao nosso respeito? Uma coisa é certa, Deus nos conhece e conhece as nossas obras. Sabe o que estamos fazendo e o que estamos deixando de fazer. Ele conhece as portas que Ele mesmo abriu para esta igreja e sabe se estamos desempenhando bem a nossa tarefa ou não.
Será que Deus tem aberto uma porta à nossa frente? Quando comparamos, por exemplo, países que não têm liberdade religiosa, somos obrigados a confessar que Deus tem aberto uma porta gigantesca a nosso favor. Podemos falar livremente em nossos púlpitos, podemos entregar folhetos, podemos falar com o vizinho da fila sobre o amor de Deus. Podemos educar nossos filhos dentro dos padrões bíblicos. Diante de tudo isso, só temos uma coisa a declarar: Que porta o Senhor tem aberto para nós!
O Brasil além de ser um país livre, é um país conhecido mundialmente, por coisas boas e outras nem tanto. Mas o importante é que somos bem quistos em praticamente todos os países. Então, com certeza o Senhor falaria da igreja no Brasil o mesmo que falou à igreja em Filadélfia: Eis que diante de ti pus uma porta aberta. Mas como ficaria o restante da frase? Será que essa porta nunca vai se fechar? Será que estamos administrando bem a oportunidade que o Senhor tem colocado em nossas mãos?
Eu gostaria de compartilhar algumas características da igreja de Filadélfia que fizeram com que o Senhor a elogiasse e que com certeza podem nos ensinar muito hoje.
Em 1° lugar a igreja de Filadélfia sabia de sua missão no mundo e aproveitou a porta que o Senhor abrira. Eles tinham a oportunidade de falar do amor de Cristo a praticamente todo o mundo daquela época, tanto os que estavam a leste na Ásia como os que estavam a oeste na Europa. Eles tinham certeza de sua salvação mas também tinham a certeza que não deveriam guardar este tesouro somente para eles. Eles cumpriram o mandado do Senhor, anunciando o evangelho a toda a criatura.
Preocupa-me quando olho para a igreja evangélica no Brasil, vejo quão grande porta o Senhor tem aberto, e chego a conclusão que poderíamos fazer muito mais do que estamos fazendo. Talvez gastamos mais dinheiro com lanches do Mcdonalds do que investimos em missões. Encaramos missões como um programa à parte da igreja local, onde pouquíssimos escolhidos devem negar completamente suas vidas pessoais para irem até os confins da Terra. A nossa tarefa se reduz somente em dar um pouco do nosso dinheiro e quando lembramos, nossas orações. Sempre que tenho oportunidade eu tenho falado que se há um paradigma que precisa ser mudado na visão da igreja é o que se relaciona a missão. Missão não é privilégio de poucos, não está restrito a poucos escolhidos. Missão é obrigação de todo crente, de todo aquele que um dia decidiu seguir a Cristo. Temos de tirar da mente a idéia de que fazer missões é ir embora do país, sofrer e voltar depois de alguns anos velho e cansado. Missões deve ser feita diariamente, no meu trabalho, na minha faculdade, no ponto de ônibus. Eu preciso acordar de manhã e orar: Senhor dá-me oportunidade hoje de falar do seu amor, não somente com meu testemunho de cristão, porque isso é minha obrigação, mas falar de uma forma ativa, dizer que só o Senhor pode salvar o pecador. A igreja de Filadélfia entendeu sua função nesta Terra e foi elogiada por Deus.
Em 2° lugar a igreja de Filadélfia soube guardar a Palavra do Senhor. Naqueles tempos muitas heresias já estava se levantando e uma muito perigosa que encontrou seu apogeu no século III foi o Arianismo que duvidava da divindade de Jesus. Filadélfia manteve intacta a Palavra do Senhor, pregando um evangelho genuíno, sem deturpação e com consistência.
Se tem uma coisa que precisamos ter cuidado hoje em dia é com relação ao evangelho que estamos ouvindo na mídia, um evangelho barateado, com cara de esmola. Evangelho são boas novas de salvação, não é enriquecimento material, não são prodígios e maravilhas, não é vida mansa, sombra e água fresca. Tudo isso é outro evangelho, do qual Paulo nos fala claramente que a esse devemos rejeitar e lutar contra, ainda que um anjo do céu venha proclamá-lo, como lemos em Gálatas 1:8-9. O evangelho de Cristo não procura agradar a homens, nem satisfazer seus desejos egoístas, o evangelho genuíno de Cristo está interessado em vidas, almas, em arrependimento, em salvação.
Os judeus queriam persuadir os Filadélfos com a circuncisão, tirando o mérito da cruz de Cristo e de seu sacrifício. Jesus os chama de “os da sinagoga de Satanás”. Todo evangelho que é pregado e que não enaltece o sacrifício vicário de Jesus, não é evangelho, é qualquer outra coisa menos evangelho. Precisamos lutar para que esse pseudo-evangelho seja extirpado, aniquilado. Fique com as Palavras do Senhor em Mateus 16:24: “Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me”. Evangelho exige renúncia, negação própria e muitas vezes perseguição. Os cristãos de Filadélfia entenderam isso muito bem e foram elogiados por Deus.
Em 3° lugar os crentes de Filadélfia creram que existia um lugar melhor para eles que aquela cidade sem identidade, do que aqueles prédios fragilizados pelos abalos sísmicos. Eles criam na nova Jerusalém, na cidade eterna, onde não haveria mais mortes, nem mais sofrimento. Uma cidade onde eles poderiam habitar em segurança, sem perseguições, sem tremores. Uma cidade onde não mais seriam conhecidos como fracos e pequenos, mas teriam sobre eles o nome do Deus Todo-Poderoso inscrito.
Às vezes eu sinto como se a igreja evangélica do século XXI tivesse deixado de acreditar na volta do Jesus. Principalmente no Brasil vivemos uma vida relativamente tranqüila. Não temos guerras, não temos grandes terremotos, não temos Tsunamis devastadores, nem vulcões ativos temos aqui. De acordo com pesquisas a oferta de emprego tem aumentado nos últimos meses e o brasileiro com isso tem maior poder de compra. Bem ou mal o Brasil tem crescido.
Talvez essa aparente tranqüilidade seja a causa de não ouvirmos muito sobre a volta de Cristo. Não me lembro de ter ouvido na TV alguma pregação que falasse sobre a volta de Jesus, a não ser da igreja adventista, mesmo porque esse é o lema deles. Acho que posso contar nos dedos, de todas as igrejas que visitei nos últimos anos, uma pregação sobre o retorno de Jesus. Conclusão: acho que deixamos de esperar a volta de Cristo para qualquer momento.
Sejamos sinceros agora, nem os cânticos que cantamos falam mais sobre a volta de Jesus. Falam sobre andar sobre águas, pisar serpentes, pisar a cabeça do diabo (como se Cristo já não tivesse feito isso), mas não falam mais da gloriosa esperança do crente, o retorno do Senhor para buscar a sua igreja pura, gloriosa, irrepreensível.
Agora quero que você faça uma pergunta para si mesmo: Eu estou esperando o retorno de Jesus para qualquer momento? Eu anelo pela volta do Senhor? Quando penso que Jesus pode voltar a qualquer instante, isso me traz alegria ou temor?
I Co 15:19 “Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens”
I Ts 4:16-17 “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor”
Ap 22:12 “E, eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo a sua obra”
Ap 22:20 “Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Maranata. Ora vem, Senhor Jesus”
Filadélfia esperava Jesus a cada momento, vivia sua vida e sua missão na Terra como se Cristo fosse voltar naqueles dias. Eles alcançaram elogios da parte do Senhor.
Recapitulando: queremos ser uma igreja sobre a qual o Senhor só terá elogios a fazer?
1. Cumpramos nossa missão. Não estamos aqui na Terra para vivermos de baixo de um coqueiro tomando água de côco. Jesus tem aberto uma porta imensa para que possamos pregar o evangelho e é isto que devemos fazer. Nossas crianças precisam ser ensinadas desde cedo que essa é a nossa função como crentes. Lembremo-nos que os islâmicos ensinam seus filhos desde a mais tenra idade e eles têm crescido de uma maneira estrondosa em todo mundo.
2. Guardemos a Palavra do Senhor, preservando o evangelho genuíno onde Cristo deve ser exaltado e não o nosso ego. Lutemos contra o evangelho água com açúcar que se tem pregado aí fora. A verdadeira fé não depende de coisas, mas somente de Deus. A. W. Tozer disse o seguinte: “Para cada um de nós certamente está prestes a chegar o tempo em que não teremos outra coisa senão Deus. Saúde, riqueza, amigos, esconderijos desaparecerão e teremos apenas Deus. Para o homem que tem a pseudo-fé, esta é uma idéia apavorante, mas para o que tem a fé verdadeira é uma das idéias mais confortantes que o coração pode nutrir”
3. Tenhamos a firme confiança que Cristo pode voltar a qualquer instante. Não se deixe levar pela falsa aparência de tranqüilidade. Aproveite esse momento de liberdade em que vivemos para proclamar a Cristo aos quatro cantos. Vivamos o dia de hoje como se fosse nosso último dia nesta Terra. Não duvide, Jesus está voltando!